Mixikó

"Apesar de tantas provações, a minha idade avançada e a grandeza da minha alma fazem-me achar que tudo está bem." Sófocles, Édipo

A minha fotografia
Nome:
Localização: Lisboa

"Esse Universo enfim, sem dono, não lhe parece estéril nem fútil. Cada grão dessa pedra, cada estilhaço mineral dessa montanha cheia de noite, forma por si só um mundo. A própria luta para atingir os píncaros basta para encher um coração de homem. É preciso imaginar Sísifo feliz". Camus,O Mito de Sísifo

terça-feira, maio 29, 2007

Rui Pedro...





Então e o nosso Rui Pedro?Estará esquecido por todos?Acredito que não...não quero criticar a onda solidária ou o que lhe queiram chamar em volta da Madeleine,longe disso...como já aqui referi também tenho um filho...e nem consigo imaginar o sofrimento que isso causa...Li e ouvi que o Papa ia receber os pais de Madeleine...então e os pais de todas as crianças desaparecidas?Enfin...faço votos para que as buscas do nosso Rui Pedro não sejam esquecidas (assim como de todas as crianças desaparecidas),para que os olhos da querida Filomena Teixeira (mãe do Rui pedro)possam um dia, voltar a brilhar...aqui está o site do Rui Pedro:

http://www.ruipedro.net/

quinta-feira, maio 24, 2007

Há gajos e bestas…ou…há bestas e cabras…

Uma outra história, desta vez passou-se com uma amiga…
Era uma vez um belo casal que “namoricava” há muito…
De repente, ele deixou de aparecer em casa dela…sem mais nem porquê…
Sem um telefonema, sem uma carta, sem um sms…nada..silêncio absoluto…

Podem dizer-me, então se ele deixou de aparecer é porque está-se a lixar para ela…por isso o melhor que ela tem a fazer é esquecê-lo…
Mas, como é que uma mulher pode esquecer alguém que lha dá tanto prazer? Que supostamente lhe dava tanto prazer, assim como ela supostamente dava a ele?
Essa amiga tentou saber o porquê do silêncio dele…é legítimo, depois de tudo o que passaram, não?
E ele nada…até que um dia ele “encheu” e apareceu em casa dela…ela ficou apreensiva…
porque não conseguia adivinhar se a sua volta seria boa ou má…

A primeira coisa que o menino disse foi, acreditem ou não: - porque não me deixas em paz? Não houve nada entre nós…aliás haver houve, mas só na tua cabeça…
(O quêeeeeeeeeeeee???????????????), para mim, serviste só para eu esvaziar os tomates.
Dito isto sai porta fora e a rapariga fica de rastos…(serviste só para esvaziar os tomates???’daseeeeeeeeeeeeeeeeee)
- como pude perder tanto tempo com uma bestas destas, perguntou-me?
Porque o amor, o desejo, a atracção…o que lhe queiras chamar que tenhas sentido por ele, tudo isso é cego…só acreditamos no que queremos…

Mas, sinceramente…esse gajo merecia apanhar uma tipa que lhe desse cabo da cabeça e lhe negasse tudo até ao fim…que gozasse com ele mesmo…
Porque o que ele fez, não foi honestidade, não se tratou de franqueza, mas de insensibilidade, cum caraças…ganda besta.
Devíamos ter um aparelho com um alarme quando nos aparecesse uma besta destas à frente…evitava muito desgosto…assim como, devia de haver outro aparelho que alertasse os homens para as muitas cabras que andam por ai…daquelas que deitam falsidade por todos os poros...
é verdade…há bestas e cabras…xiçaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Aceitar ou não aceitar...eis a questão...

Um amigo contou-me uma história que partilho convosco:
Era uma vez um casal que se dava lindamente, certo dia...(aposto que estão à espera que vos diga que ele chega e sem mais nem porquê diz que se vai embora, porque ficou "apanhado" por outra, nãnãnã), certo dia ela chega e diz que está "apanhada" por outro...e todos os sonhos e projectos caiem por terra na cabeça do meu amigo.

Pede-lhe que pense bem, mas ela nem hesita e parte...sem sequer olhar para trás...passado uns largos meses volta...tocam à porta...ele nem queria acreditar que fosse ela depois de tanto tempo "em silêncio"...eis que ele abre a porta e ela começa a chorar a pedir perdão...que foi a ele que sempre amou e que queria voltar...ele abriu a porta e deixou-a falar e falar e falar...mas sem nada ouvir, porque pensava que tinha levado meses a tentar reconstruir o seu lado emocional...e agora...
- com que direito voltava ela agora a dizer que se arrependia? Contou-me...agora que ele se sentia mais ou menos cicatrizado?

Quando ela acabou de falar...chamou-o à realidade e perguntou se ele tinha ouvido alguma coisa do que ela tinha dito...

Ele disse que sim, mas não quis ouvir mais nada...o seu coração pedia isso...pedia paz...a tão desejada paz interior que fnalmente tinha alcançado...e pediu para ela sair...da sua casa e da sua vida...para sempre...e no entanto, confessou-me que não queria ter dito isso...que a sua vontade era aceitá-la de volta.

-Então porque não o fizeste raios?Perguntei. Porque não aceitaste de volta o teu amor?Porque sofres ainda sem necessidade?Todos erramos disse-lhe.
-Porque este sofrimento é diferente...porque agora consigo pensar nela de uma maneira diferente, como se tivesse conseguido ultrapassar um mar revolto..e não quero voltar a navegar nele...

Terá valido a pena?Valerá a pena?Disse-me que sim...Não será isso o tão falado orgulho masculino?Disse-me que não...tenho a certeza de que se fosse ao contrário, se fosse uma "ela" a ser trocada, voltava a aceitar o homem que tinha perdido...ou talvez não...O que acho é que devemos dar uma segunda oportunidade ao amor, ou ao que raio queiram chamar...à felicidade...ao prazer...não sei...Porque não tentar de novo?
Pior do que isso é não tentar...Beijos e abraços

terça-feira, maio 15, 2007

Operação Nariz Vermelho


Obrigada...pelo sorriso que proporcionaram ao meu filhote enquanto esteve no Hospital D.Estefânia.Associação Nariz Vermelho
Como diz uma pessoa que "conheço"...some day,some day...
A equipa de serviço do Hospital também foi muito carinhosa e cuidadosa...sempre dá para atenuar o que se sente na altura...

Os jardins da Memória...que bela viagem...


Sinopse: Muitas vezes comparado a autores como Proust, Kafka, Eco, Borges ou Marquéz, Orhan Pamuk é o romancista turco mais galardoado a nível nacional e internacional, tendo sido recentemente distinguido com o IMPAC, o mais valioso prémio literário do mundo. Profundamente inovador no contexto do romance turco, Pamuk faz a ponte entre o Ocidente e o Oriente, a modernidade e a tradição, o passado e o futuro. Nada é ao acaso. Ao fluxo de histórias aparentemente desligadas, de pensamentos metafísicos, sonhos, fábulas, memórias, sátiras sociais e excursões históricas subjaz um único intuito: a busca de identidade - de si mesmo, de alguém que se ama, da própria Turquia, da cidade de Istambul, de um significado para a vida. Quando Galip, o protagonista, inicia uma procura desesperada por Ruya e Djélâl, a mulher e o primo direito subitamente desaparecidos, fá-lo, efectivamente, a vários níveis, e as suas tentativas para encontrá-los representam a própria tentativa de Pamuk para descrever a busca.
Os Jardins da Memória é uma obra apaixonante, provocadora e inventiva, uma tapeçaria esplêndida da cultura do Médio Oriente e islâmica, e também uma fascinante meditação sobre a identidade, a memória e a realidade.

sexta-feira, maio 11, 2007

A Mixikó recebeu isto de um amigo, vale a pena ler até ao fim...

CALEM-ME A CRIANCINHA QUE NÃO CONSIGO MASTIGAR

João Miguel Tavares
Jornalista
jmtavares@dn.pt

Estava Miguel Sousa Tavares na TVI a comentar a nova Lei do Tabaco quando da sua boca saltou esta pérola: o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio. Que bela comparação. Afinal, o que é uma nuvenzinha de nicotina ao pé de um miúdo de goela aberta? Vai daí, para justificar a fineza do seu raciocínio, Sousa Tavares avançou para uma confissão pessoal: "Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos." Há umas décadas, era mais ou menos a idade em que o pai levava o menino ao prostíbulo para perder a virgindade. O Miguel teve uma educação moderna - aos 13 anos, levaram-no pela primeira vez a comer fora.

Senti-me tocado e fiz uma revisão de vida. É que eu sou daqueles que levam os filhos aos restaurantes. Mais do que isso. Sou daquela classe que Miguel Sousa Tavares considerou a mais ameaçadora e aberrante: os que levam "até bebés de carrinho!". A minha filha de três anos já infectou estabelecimentos um pouco por todo o país, e o meu filho de 14 meses babou-se por cima de duas ou três toalhas respeitáveis. É certo que eles não pertencem à categoria CSI (Criancinhas Simplesmente Insuportáveis), já que assim de repente não me parece que tenham por hábito exibir a glote cada vez que comem fora - mas, também, quem é que acredita nas palavras de um pai? E depois, há todo aquele vasto campo de imponderáveis: antes de os termos, estamos certos de que vão ser CEE (Crianças Exemplarmente Educadas), mas depois saltam cá para fora, começam a crescer e percebemos com tristeza que vêm munidos de vontade própria, que nem sempre somos capazes de controlar.

O que fazer, então? Mantê-los fechados em casa? Acorrentá-los a uma perna do sofá? É uma hipótese, mas mesmo essa é só para quem pode. Na verdade, do alto da sua burguesia endinheirada, e sem certamente se aperceber disso, Miguel Sousa Tavares produziu o comentário mais snobe do ano. Porque, das duas uma, ou os seus pais estiveram 13 anos sem comer fora, num admirável sacrifício pelo bem-estar do próximo, ou então tinham alguém em casa ou na família para lhes tomar conta dos filhinhos quando saíam para a patuscada. E isso, caro Miguel, não é boa educação - é privilégio de classe. Muita gente leva consigo a prole para um restaurante porque, para além do desejo de estar em família, pura e simplesmente não tem ninguém que cuide dos filhos enquanto palita os dentes. Avós à mão e boas empregadas não calham a todos. A não ser que, em nome do supremo amor às boas maneiras, se faça como os paizinhos da pequena Madeleine: deixá-la em casa a dormir com os irmãos, que é para não incomodar o jantar. |

Mudam-se os tempos, mas a rapaziada continua igual

A rapaziada é sempre a mesma…passem os anos que passarem…
Falam com uma grávida, mostram-se interessados, preocupados em saber como estamos, mas no fundo no fundo,não estão a ouvir nada do que dizemos, estão c a atenção direccionada para um certo ponto…rapaziada…

quinta-feira, maio 10, 2007

Borat...




Sacha Baron Cohen é um respeitável actor e comediante inglês...Borat...o filme??Não vi, nem quero ver sinceramente...mas já li sobre...o que a mairoria das pessoas não vê, é que o filme é a gozar com os próprios americanos...enfin.

O que eu gramo mesmo, e desculpem lá qualquer coisinha, é o seu papel em Da Ali G Show, uma série sobre um rapper excêntrico que faz entrevistas...alguém já viu? Vale a pena, pelo absurdo das perguntas e pela cara de espanto que os entrevistados fazem...devem pensar: este tipo está a gozar comigo...é demais...vejam se puderem...

quarta-feira, maio 09, 2007


Morrer de amor retirado do Pedro

Adotarei o amor (Kalil Gibran Kalil)

Adotarei o amor por companheiro
e o escutarei cantando,
e o beberei como vinho,
e o usarei como vestimenta.

Na aurora,
o amor me acordará e
me conduzirá aos prados distantes.
Ao meio dia,
conduzir-me-á à sombra das árvores
onde me protegerei do sol como os pássaros.
Ao entardecer conduzir-me-á ao poente,
onde ouvirei a melodia da natureza
despedindo-se da luz,
e contemplarei as sombras da quietude
adejando no espaço.
À noite,
o amor abraçar-me-á,
e sonharei com os mundos superiores
onde moram as almas
dos enamorados e dos poetas.

Na primavera,
andarei com o amor, lado a lado,
e cantaremos juntos entre as colinas;
e seguiremos as pegadas da vida,
que são as violetas e as margaridas;
e beberemos a água da chuva,
acumulada nos poços,
em taças feitas de narciso e lírios.

No verão,
deitar-me-ei ao lado do amor
sobre camas feitas com feixes de espigas,
tendo o firmamento por cobertor
e a lua e as estrelas por companheiras.

No outono,
irei com o amor aos vinhedos
e nos sentaremos no lagar,
e contemplaremos as árvores se despindo
das suas vestimentas douradas
e os bandos de aves migratórias
voando para as costas do mar.

No inverno,
sentar-me-ei com o amor diante da lareira
e conversaremos sobre os
acontecimentos dos séculos
e os anais das nações e povos.
O amor será meu tutor na juventude,
meu apoio na maturidade,
e meu consolo na velhice.
O amor permanecerá comigo até o fim da vida,
até que a morte chegue,
e a mão de Deus nos reúna de novo.

Carmina Burana...a não perder


CARMINA BURANA – CANTATA CÉNICA DE CARL ORFF


"A cantata Carmina Burana (1937), a mais célebre de todos os tempos, faz parte de uma trilogia concebida por Carl Orff inspirada por textos clássicos greco-latinos. A obra Carmina Burana apresenta-nos a lírica trovadoresca medieval que cantava o prazer da bebida, os excessos, a fugacidade do tempo e o amor. Esta cantata é emoldurada por um símbolo da Antiguidade — a roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente a boa e a má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança. O apelo à Deusa da Fortuna (O Fortuna, velut luna) tanto introduz como conclui a obra, que se divide em três segmentos: O encontro do Homem com a Natureza, (Veris leta facies), o seu encontro com os dons do vinho (In taberna), e o seu encontro com o Amor (Amor volat undique)."

26 de Maio de 2007 - CASTELO DE SÃO JORGE - PRAÇA DE ARMAS - Lisboa
Plateia: 25,00€
Início do Evento : 22H00

terça-feira, maio 08, 2007

Madeleine...a menina continua desaparecida...

Eu não queria falar sobre este assunto aqui...mas como diz o RPM..se os blogues servem para algo,ao menos que seja para ajudar a encontrar pistas nestes dramas...
A menina continua desaparecida...bom, eu fico por aqui porque tenho um filho pequeno e só de pensar na aflição...ajudem a divulgar por favor...só espero que a menina seja logo encontrada e que esteja bem dentro do possível...
Qualquer pista por favor ligar para a Polícia Judiciária de Portimão: 282 405 400/282 427 671

O riso comanda a vida...pelo menos deveria...e o sonho e o sonho..."Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida..."
Houve-se falar do dinheiro que comanda a vida, do poder,até da inveja e por x do amor...mas do riso poucos falam...claro que isso não enche a carteira, mas como nem tudo na vida são cifrões...venha ele de onde e como vier...aos kilos, aos pontapés, à "pazada"...de fininho...de rajada...será sempre bem vindo.

"Nega-me o pão, o ar,a luz, a primavera, mas nunca o teu riso, porque então morreria."

Pablo Neruda

segunda-feira, maio 07, 2007

Dalai Lama...


DALAI LAMA LISBOA 2007 (Conferência e Ensinamento Público)
A visita decorrerá de 13 a 16 de Setembro de 2007; haverá três dias de Ensinamentos públicos, de 13 a 15, no Anfiteatro da Faculdade de Medicina Dentária em Lisboa e uma Conferência pública, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no dia 16.
De 13 a 15 teremos a rara oportunidade de ouvir Sua Santidade ensinar sobre "Desenvolver a Paz Interior", com base no Bodhicharyavatara, de Shantideva, um dos maiores clássicos da espiritualidade budista e da literatura mundial.
O tema da conferência pública do dia 16 será "O Poder do Bom Coração".


CURSO DE MEDITAÇÃO BUDISTA
10 de Maio a 31 de Maio de 2007, das 19h30-22h00
Sede da União Budista Portuguesa
por Sagarapriya

"A meditação é uma via para nos tornarmos mais cientes e despertos à nossa experiência a cada momento. Todos os seus efeitos, desde do simples relaxar à realização espiritual, derivam deste mesmo princípio. A curto prazo, a meditação é um antídoto para o stress, permitindo-nos viver com mais calma e auto-domínio. A longo prazo, é um método de transformação profunda. Neste curso aprendem-se duas práticas fundamentais da meditação budista: Atenção Plena da Respiração, que promove acuidade de consciência e paz de espírito; e Metta Bhavana – o desenvolvimento do amor e bondade – que trabalha directamente na transformação da nossa experiência emocional. Além destas duas práticas de meditação, vamos também investigar aspectos de postura, preparação para meditar, a meditação e o dia-a-dia, e como lidar com as dificuldades que surgem no caminho."

quinta-feira, maio 03, 2007


Al fin y al cabo lo que nos une es la química...

quarta-feira, maio 02, 2007

Um cheirinho do livro...

"Ao folheá-lo, desprende-se das páginas de quase todos eles o perfume de um tempo passado - um perfume feito de saber e emoções que durante tempos infindos tem estado posto em sossego, a repousar no interior das capas. Aspirando profundamente esse odor, passo os olhos por algumas páginas antes de devolver cada livro ao sitio que lhe cabe na estante."
Página 53

"fecho os olhos e tento penetrar no seu trémulo coração, deixando-o embeber-se do meu sem nunca abrir os olhos."
Pág.306

"Gostaria que não te esquecesses de mim..." (também eu...)
Pág. 555

Do que trata o livrinho...

Qual deles?Ahahahahahhahahahah

Ora bem...
Kafka à Beira-Mar narra as desventuras de duas estranhas personagens carregadas de mistério. São elas Kafka Tamura, que foge de casa aos 15 anos, perseguido pela sombra da negra profecia que um dia lhe foi lançada pelo pai (não digo qual, se não perde a piada) e de Nakata, um homem já idoso que fala a lingua dos gatos (depois de um estranho acidente de que foi vítima quando jovem).

"Neste romance os gatos conversam com pessoas, do céu cai peixe, um chulo faz-se acompanhar de uma prostituta que cita Hegel e uma floresta abriga soldados que não sabem o que é envelhecer desde os dias da Segunda Guerra Mundial. Assiste-se, ainda, a uma morte brutal, só que tanto a identidade da vítima como a do assassino permanecerão um mistério."

Acaba por ser uma maravilhosa e apaixonante viagem ao interior de cada um de nós...onde tudo se mistura numa "arrojada exploração de tabus"...